Somente os idiotas juramentados que, à falta de argumentos, procuram retaliação como medida reativa, somente os idiotas juramentos não valorizam o passado. O que os leitores vão ler em seguida são três textos que selecionei de edições desta revista digital, sucessora da revista de papel LivreMercado, disparadamente a melhor publicação regional do País durante quase duas décadas.
O tema tratado é a especialidade da casa -- Regionalidade. E o resumo é evidente: a sociedade de formadores de opinião do passado já se frustrava com o nível de integração regional. Imagine agora, uma década e meia depois, quando regionalidade passou a ser utilizada como ferramenta político-eleitoral da pior espécie.
Regionalidade é coisa nossa, principalmente nossa, integralmente nossa como pioneirismo no jornalismo do Grande ABC. Mais que isso: duvido e aposto que exista em qualquer configuração regional no País algo semelhante ao que desempenhamos há quase quatro décadas no Grande ABC. O Grande ABC na amplitude da geografia, da cultura e tudo o que representa quase três milhões de habitantes de sete endereços distintos passa necessariamente pelas páginas de LivreMercado e CapitalSocial. Isso não é marketing. É realidade jornalista sem rabo preso com quem quer que seja.
TRÊS ANÁLISES
Uma leitura do que se segue é obrigatória principalmente aos formadores de opinião e tomadores de decisões do Grande ABC, território de histrionismos populistas que tropeça permanentemente nos confrontos com pendengas sociais e econômicas que nos afligem.
Conto com um arsenal de temáticas para expor diariamente nesta revista digital, mas tenho me atentado à importância de solidificar esse trabalho com o reforço do passado. Está no passado irresolvido no presente muitas das veredas pelas quais sobretudo os tomadores de decisões públicas fracassaram tremendamente.
O tema central desta edição com o reforço de três análises que produzi há uma década e meia, sequencialmente, é mesmo regionalidade. Essa especialidade, repito, que alguns pretendem usurpar porque sabem que não têm o que temos e só temos porque ao longo das jornadas jamais abandonamos o barco da especialização no guarda-chuva que traduz essa especialidade.
Escrevendo diretamente e sem rodeios, o Diário do Grande ABC perde o rebolado porque não conta com histórico consistente, pungente, profundo, desbravador, de conceitos de regionalidade que tanto LivreMercado quando CapitalSocial exercitaram organicamente.
Uma bobagem sem tamanho da direção editorial do Diário do Grande ABC, levando-se em conta que um dos fundadores do jornal, Fausto Polesi, conforme revelamos ainda outro dia na série “Barcaça da Catequese”, escreveu em livro que a preocupação do jornal sempre fora o municipalismo.
MUNICIPALISMO AUTÁRQUICO
A soma de municipalismos autárquicos não é regionalidade, é puramente algo que poderia ser traduzido como regional. A diferença entre regional e regionalidade é a mesma entre uma disputa individual de tênis e uma partida de futebol, de 11 de cada lado.
Regionalidade no sentido integrativo de ser, não no primarismo de territorialidade, é exceção na trajetória do jornal. Uma exceção que foi expressivamente exceção durante os nove meses que passei ali como diretor de Redação, entre julho de 2004 e abril de 2005, Carreguei debaixo dos braços e inseri nos computadores conteúdo do Planejamento Estratégico Editorial que colocava os problemas dos sete municípios e o entorno da Região Metropolitana de São Paulo como objetos centrais de coberturas jornalísticas.
Agora, para dar conta do recado de vez, tratem os leitores de consumir os textos que se seguem. Verifiquem o quanto a história conjunta de Jornalismo, de Economia e de Sociedade Pensante do Grande ABC se funde como ação quase missionária em busca de soluções cada vez mais improváveis.
E aos cafajestes mantidos por políticos inescrupulosos, que não aceitam o jornalismo independente, que, ao menos, tenham a dignidade de, ao consumirem o que se segue, assumam uma postura renovada de vendilhões éticos com conhecimento de causa, não como repetidores incultos de bandidos sociais.
Maioria do Conselho reprova grau
de regionalidade do Grande ABC
DANIEL LIMA - 19/04/2011
O grau de regionalidade do Grande ABC sob a percepção dos conselheiros editoriais da revista CapitalSocial está muito aquém do entusiasmo que agentes públicos evocam aos quatro cantos. Levando-se em conta que o núcleo conceitual de regionalidade é a efetiva integração dos sete municípios da região, o nível de aprovação é baixo.
Apenas 14 dos 112 conselheiros (12,5%) estão convencidos de que Clube dos Prefeitos, lançado em 1990, e Agência de Desenvolvimento Econômico, de 1997, entre outras iniciativas, deram resultados extremamente positivos. Na outra ponta, apenas quatro conselheiros (3,5%) revelaram-se completamente descrentes.
Não sou conselheiro de CapitalSocial e se respondesse ao questionário não teria dúvidas em cravar a alternativa “trata-se de causa perdida”. Que a cidadania anoréxica do Grande ABC trate de me desmentir.
Os resultados do questionário respondido por mais de uma centena de formadores de opinião que atuam como conselheiros editoriais de CapitalSocial estão muito distantes de desclassificação metodológica. Eles representam em larga parte a classe média tradicional da região. Vivem o dia a dia regional no trabalho, nas relações sociais, nas atividades mais diversas. Eles dialogam com quem decide, com quem influencia, com quem procura de alguma forma inserir-se no destino de cada Município e da região como um todo.
O enunciado levado ao Conselho Editorial que tratou de regionalidade e as alternativas excludentes à resposta foi exatamente o seguinte:
Sinceramente, qual é o grau de regionalidade que estabelece para o Grande ABC:
( ) Extremamente positiva
( ) Comedidamente positiva
( ) Estou sempre com os pés atrás
( ) Extremamente desconfiado
( ) Trata-se de causa perdida
Notem os leitores que as variáveis aos conselheiros iam do mar de rosas do “extremamente positiva” ao inferno do “Trata-se de causa perdida”.
Outros três campos à resposta foram expostos aos menos otimistas e aos menos incendiários. Somando-se as duas primeiras alternativas, que poderiam enquadrar-se no critério de confiabilidade na regionalidade do Grande ABC, chega-se a 50 respostas do total de 112 (44,6%), enquanto o grupo de conselheiros inquietos com o grau de integração regional alcançou 62 apontamentos (55,4%).
Entusiasmo mesmo com a regionalidade, que a primeira alternativa expõe de forma cristalina, apenas 14 apontamentos em 112 respostas. Uma derrota para quem, como este jornalista, há tanto tempo bate na tecla de coletivismo regional.
Já expus posicionamento no início do artigo e o repito agora, com um pouco mais de detalhamento. Sou da turma dos extremistas que não botam fé na regionalidade porque o passado recomenda moderação e me absolve.
Tenho razões de sobra para perfilar entre os que já jogaram a toalha. Dedico-me à temática muito antes do lançamento do Clube dos Prefeitos em dezembro de 1990. Afinal, criei a revista LivreMercado em março daquele mesmo ano. Mais que isso: estou em atividade jornalística no Grande ABC desde o final dos anos 1960. Jornalismo é seara à qual me dedico desde menino, aos 15 anos de idade.
Por conta de tudo isso, não acredito em mudança no quadro que já defini no livro Complexo de Gata Borralheira e também nos demais que me propus dissecar o Grande ABC em vários aspectos: somos muito menores que a soma de todas as partes. E seremos cada vez mais, porque a disputa político-partidária, base da democracia mas também caixa de Pandora de esquizofrenias sociais, intensifica-se com a multiplicação de veículos de comunicação e também de piratas da comunicação a bordo da tecnologia da informação.
Menos mal, entretanto, que haja gente influente na região, e integrantes do Conselho Editorial, que não comunguem o pensamento deste jornalista quanto à perda de esperança de que regionalidade não vire palavrão.
Tanto que 36 deles (ou 32%) optaram por “comedidamente positiva” quando responderam à questão central de regionalidade. Já aqueles que preferiram “estou sempre com os pés atrás” foram maioria, com 42 votos (ou 37,5%). Os “extremamente desconfiados” formam um batalhão de 16 votos (14,3%). Apenas um conselheiro não se manifestou, mantendo em branco os quadradinhos para apor um “xis”.
Entre os conselheiros editoriais que votaram em José Auricchio Júnior, prefeito de São Caetano, eleito a maior liderança regional, grande parte optou por quadro mais róseo de regionalidade. Foram 23 votos do total alcançado por Auricchio que se dividiram entre o primeiro e o segundo enunciados, ou seja, “extremamente positiva” e “comedidamente positiva”. Outros 16 eleitores de Auricchio ficaram com a alternativa “estou sempre com os pés atrás” quanto à regionalidade. Ou seja: embora 39% dos conselheiros tenham votado no prefeito de São Caetano, o universo foi maior (praticamente 50%) quando se trata de botar fé na regionalidade.
O contingente de conselheiros que votaram no prefeito de Santo André, Aidan Ravin, como maior líder regional, inclinou-se também para a banda otimista da regionalidade. Diferentemente dos conselheiros que votaram em Luiz Marinho, prefeito de São Bernardo.
No próximo texto sobre os resultados do questionário respondido pelos conselheiros editoriais de CapitalSocial, revelaremos o que eles pensam das entidades empresariais, sindicais e sociais do Grande ABC.
Conselho em massa responde que
regionalidade é o mapa da mina
DANIEL LIMA - 06/05/2011
A classe média tradicional representada no Conselho Editorial da revista CapitalSocial posiciona-se majoritariamente favorável à regionalidade como ferramenta ideal para reduzir os ônus que infligem derrotas seguidas ao Grande ABC. O ajuntamento estratégico dos municípios em torno de posições em comum que beneficiem a todos está no topo de preocupações dos conselheiros editoriais. Muito acima, por exemplo, dos estragos provocados pelo caos viário e também, muito, mas muito acima de eventuais complicações nas relações entre capital e trabalho.
A conclusão de que regionalidade é muito mais importante do que imaginam dirigentes públicos que passaram e que estão em instâncias do Grande ABC não surpreende quem acompanha tendências locais. Provavelmente só causa espanto nas próprias lideranças políticas, econômicas, sociais e sindicais que vivem em mundos muito particulares, de corporativismo arraigado.
Vejam o enunciado de uma das questões que remetemos ao Conselho Editorial de CapitalSocial, as respectivas alternativas de respostas e os percentuais alcançados:
Qual é o maior gargalo para o desenvolvimento sustentado do Grande ABC?
( ) O sistema viário precisa ser completamente modificado para sair do século passado e, com isso, garantir ganhos de qualidade de vida e logística: 24%.
( ) A relação capital versus trabalho ainda tem muito a ser acertada: 8%.
( ) A institucionalidade, entendida como a participação efetiva de entidades sociais, econômicas e oficiais, é o mapa da mina para que as resoluções se tornem decisivas: 63%.
( ) Não responderam: 5%.
Creio que não resta dúvida quanto a intensidade do favoritismo do temário de regionalidade na pauta do Grande ABC. Há mais de duas décadas bato nessa tecla. Muito antes da criação do Clube dos Prefeitos já estava batucando essa inquietação. E, acreditem, ainda hoje, a maioria da mídia regional trata a integração do Grande ABC como insumo de segunda classe. Segue essa mesma mídia com rigor absoluto uma política errática de coberturas jornalísticas. Vai conforme a onda de demandas de individualidades que só olham para o próprio bolso.
Quem não tem pauta inteligentemente sincronizada com os desejos e as ambições da sociedade acaba submetido às particularidades de forças de pressão. Não é por outra razão que editei “Na Cova dos Leões” quando deixei o Diário do Grande ABC em abril de 2005. O livro é uma coletânea de boa parte dos textos que escrevi na coluna “Contexto”. Não me submeti jamais às conveniências do cargo. O princípio do jornalismo é o compromisso com os leitores.
Por isso, desafio os leitores a buscarem nos arquivos do Diário do Grande ABC, durante os nove meses em que ali atuei como Diretor de Redação, cargo do qual fui apeado por conta de negociações que culminaram com uma sentença judicial que me teve como moeda de troca, desafio os leitores, como dizia, a contabilizar alguma manchete principal de primeira página que resvalasse na quinquilharia editorial de ocorrências policiais.
Fico horrorizado quando tenho o Diário do Grande ABC à mão e dou de cara com manchetes policiais mundanas ou com matérias chinfrins. Outras publicações menos tradicionais mas nem por isso fora do circuito de interesse a que todos devemos dedicar são menos espetaculosas.
Manchete de primeira página, principalmente manchete de primeira página, é o retrato fiel da organização editorial de uma publicação. Quando se apelam de forma pontual às misérias da sociedade, aos crimes banalizados, está mais que sinalizada a ausência de eixo numa engrenagem provavelmente corroída por imprevidências.
Quero dizer com isso que falta ao comando do Diário do Grande ABC algo que implantei e que teve plena adesão de meus companheiros de trabalho naqueles meses de muita dedicação à cidadania regional: um planejamento estratégico que contemple para valer demandas do Grande ABC como porção sagrada do noticiário. E que, devidamente instrumentalizadas, sejam alçadas à manchete principal.
Na realidade, esse não é um desejo deste jornalista, como alguns poderiam sugerir a título de desclassificação ou de suposta perseguição editorial. Trata-se de instinto de sobrevivência, porque os leitores de classe média, como provam os membros do Conselho Editorial de CapitalSocial, assim o exigem.
Quando o guarda-chuva imenso de regionalidade está solidamente acima de pontualidades temáticas como o sistema viário do Grande ABC, a decodificação é clara e abrangente: a sociedade consumidora de informação espera dos veículos de comunicação muito mais competência do que imaginam seus mantenedores e executores.
Ignorantes são todos aqueles que não conseguem decifrar o significado social, econômico, político e cultural de regionalidade. Mais que isso: a maioria se prende demais a provincianismos políticos sem se dar conta de que a movimentação de pedras partidárias e eleitorais não é necessariamente uma prova de democracia. Somos uma região subjugada à ditadura de interesses específicos que mantêm a população à distância das decisões.
Na próxima edição que abordará novos resultados do questionário respondido pelos conselheiros editoriais, mostraremos que a classe média alvo de nossos trabalhos tem sede de integrar-se às decisões. Mas ninguém lhe dá bola. Políticos e mídia, principalmente.
Veja que modelo de Planejamento
Estratégico querem os conselheiros
DANIEL LIMA - 11/05/2011
Apenas 2% de mais de centena de conselheiros editoriais da revista CapitalSocial assumiram posição radical contrária à importância de Planejamento Estratégico para o Grande ABC, e mesmo assim a decisão tomada não tem a ver com indiferença ao tema. Trata-se, na verdade, de uma reação ao descrédito de que a iniciativa encontraria ressonância. Outros 2% não responderam ao questionado respondido por e-mail. Dos 96% que optaram por uma das outras três demais alternativas, a preferência de 47% se concentrou num enunciado que valoriza os representantes da própria sociedade, em detrimento de agentes públicos.
Acompanhem a pergunta enviada aos conselheiros, as respectivas alternativas e os resultados percentuais:
Se tivesse que estabelecer grau de importância à construção de um Planejamento Estratégico Econômico para o Grande ABC, qual das alternativas você assinalaria:
( ) Nada é mais importante do que um diagnóstico das instâncias governamentais seguido de ações, interagindo-se com o Estado e a Federação: 28%.
( ) É importante, mas será sempre consequência de ações coletivas da sociedade civil e dos representantes públicos as quais inexistem: 21%.
( ) É importante, deve estar acima do divisionismo regional como ação de um grupo de voluntários e profissionais da sociedade que resolva colocar ponto final na apatia generalizada da região: 47%.
( ) Não tem importância alguma, porque jamais será levado adiante: 2%.
É compulsório que me posicione, embora isso não tenha a menor importância no resultado geral. Se não me posicionar os leitores vão mandar e-mails me acusando de praticar o esporte predileto dos tucanos, segundo eles mesmo dizem.
Confesso que fui surpreendido com o resultado. Sou adepto da premissa de que o Planejamento Estratégico Econômico com que todos sonhamos é uma tarefa para a sociedade civil e os representantes públicos, alternativa que ficou aquém da metade da votação do enunciado que defende uma ação de grupo de voluntários e profissionais da comunidade.
Sei lá se os conselheiros não entenderam a indagação, porque pode ser que não tenha sido este jornalista suficientemente claro. Sei lá se estou fora do prumo, mas como a maioria dos colaboradores da revista CapitalSocial, em outra questão, se posicionou amplamente favorável à mão mais que visível do Estado, do Estado forte, entregar o abacaxi da regionalidade pensada exclusivamente para os membros da sociedade, sem participação governamental, seria uma baita incoerência.
Talvez numa nova rodada de questionamentos, que se dará até o final do ano, encontremos a resposta para essa trombada conceitual. A acreditar que os conselheiros entenderam muito bem o enunciado, está mais que evidente que eles, os 47% que optaram pela exclusão de agentes governamentais, querem mesmo é que as soluções brotem longe das instâncias oficiais.
De qualquer forma, o que mais interessa mesmo é a maturidade a que chegaram esses representantes dos formadores de opinião do Grande ABC. Planejamento Econômico Estratégico deixou de ser uma expressão sem compromisso com o amanhã. Não é uma abstração. Há consciência de que, seja qual for o modelo adotado, precisa ser adotado.
Recentemente o Clube dos Prefeitos então sob o comando de Clóvis Volpi, deixou de herança aos sucessores um calhamaço de propostas apuradas por instâncias municipais divididas em várias secretarias. Exatamente por ser um calhamaço não teve a visibilidade e o entendimento que se fazem necessários. E jamais terá.
Quando se projetam prioridades demais, o sentido de prioridade é profundamente alterado. Os especialistas em resoluções estratégicas estão cansados de dizer que nada favorece mais a tomada de decisões práticas que o encaixe perfeito de um grupo reduzido, mas factível de ideias. Não foi esse o espírito da coisa deixada por Clóvis Volpi. Por mais que as intenções fossem as melhores, hierarquia também integra o cerne de resoluções.
O primeiro Planejamento Estratégico do Grande ABC, que alargava as avenidas de tomadas de decisões muito além do campo econômico, contou com a liderança de Celso Daniel na Câmara Regional do Grande ABC. Lembro-me que preparei uma reportagem especial para LivreMercado. O título “Voo da esperança”, de Capa, foi uma maneira que encontrei para minimizar o ceticismo. Não pretendia chocar os leitores com algo que transmitisse a ideia de que as lideranças do Grande ABC estavam viajando na maionese. Infelizmente, foi o que se deu.
Enquanto escrevo, movimento um dos braços em direção à pasta poliondas. Resgato cópias de todas as capas de LivreMercado sob meu comando. A Reportagem de Capa que tratou daquele projeto liderado por Celso Daniel foi publicada na edição de agosto de 1997. Descubro também que o texto está integralmente nos arquivos deste CapitalSocial. Nada melhor, então, do que chamar a atenção para uma leitura atenta, ou releitura providencial. Garanto que o material é imperdível.
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18/02/2026 A VERDADE SOBRE O CARNAVAL REGIONAL