After falling in replica handbags love with Beatrice,gucci replica handbag Pierre immediately worked hard. In 2009, after dropping out of college, he took over a hermes replica handbags construction company founded handbag replica by his father and became a replica handbags major shareholder. Later he became the vice president of the Monaco Yacht Club. Personally, it has reached 50 million US dollars.
Imprensa

Clube dos Construtores de
volta com saída de Bigucci

  DANIEL LIMA - 04/11/2015

Promessa aos futuros dirigentes do Clube dos Especuladores Imobiliários do Grande ABC, denominação que, por razões mais que consolidadas, atribuo à Acigabc, a Associação dos Construtores e Incorporadores: quando Milton Bigucci deixar a presidência e não sequestrar a nova diretoria, cassarei o mandato nominativo em favor da nomenclatura anterior -- Clube dos Construtores e Incorporadores do Grande ABC. Nem pensar em utilizar a marca de batismo, de mau gosto tanto no conjunto sistematizado de letras quanto na pronúncia.  Há quem indevidamente aponta o uso de "Clube" de forma pejorativa. Trata-se, inclusive como no caso do Clube dos Prefeitos, de modernidade jornalística que tem como princípio facilitar a comunicação com os consumidores de informações. Clube dos Especuladores é sim uma marca que coloca a imagem da entidade sob suspeição. Como, aliás, por questão de coerência e justiça, não poderia deixar de ser diante de tudo que já escrevi sobre a atuação do chefão do grupo imobiliário que não representa a categoria.

 

Conto com fontes diversas que relatam as mudanças que estão a acontecer no Clube dos Especuladores Imobiliários. Sabe-se que a decisão de Milton Bigucci deixar o cargo é definitiva. A permanência do dirigente, após os escândalos de que participou como empresário, tornou-se insustentável. O Clube dos Especuladores já não era lá essas coisas em matéria de participação associativa e ficou ainda pior. Talvez o deserto seja uma boa referência.

 

Há dúvidas apenas sobre a participação do filho Milton Bigucci Júnior. Há condicionalidades que afastariam Bigucci Júnior de qualquer instância executiva da entidade, independentemente de seus valores profissionais. A marca Bigucci precisaria ser exorcizada da hierarquia decisória da entidade para que haja possibilidade de ocorrerem novos e auspiciosos fatos. Mas há indicações de que Bigucci Júnior terá espaço no processo de desintoxicação dos longos anos de domínio de Bigucci pai. Entre outras razões, pondera-se que o filho tem qualidades interpessoais que o pai não tem.

 

Recolhendo informações

 

Não quero me estender sobre o que estou armazenando de informações da sucessão no Clube dos Especuladores Imobiliário e também da pretendida criação de uma nova entidade regional, que reuniria apenas construtores e incorporadores, inclusive de pequenos representantes da classe, localizados em Santo André e sistematicamente desprezados pelos grandes e médios do setor. Não quero estragar a festa de construir uma narrativa completa, a qual comporta inclusive, por enquanto, controvérsias. Como a possibilidade de Milton Bigucci desaparecer de qualquer instância estatutária que pressuponha ativismo.

 

Certo mesmo é que vou dar informações substanciosas sobre o futuro diretivo do mercado imobiliário na região. Ainda sinto que existem muitos buracos a preencher.  A atividade que reúne mais de 40 mil trabalhadores no setor de construção civil e milhares de pequenos empresários precisa ser vista com mais atenção e responsabilidade por instâncias públicas, privadas e sociais. O mercado imobiliário não pode seguir fragmentado. O divisionismo só favorece quem se apropria de sua representação.

 

Quando deixar para valer a chefia do Clube dos Especuladores Imobiliários Milton Bigucci vai poder constatar o que é uma tradição de cobertura jornalística deste profissional de comunicação: exceto nos casos notórios em que se meteu em lambanças como empresário, e mesmo assim sem a eloquência determinada pela sobreposição de funções que exerce, ele perderá muito do espaço que ocupa nesta publicação digital.

 

Exemplos não faltam

 

Foi assim com tantos outros, para o bem e para o mal deles mesmos. Não seria diferente, portanto, com Bigucci. Perguntem, por exemplo, quantas vezes apareceram neste espaço o nome de centenas de empresários do setor imobiliário que jamais ocuparam instância diretiva? O anonimato institucional em que certamente Milton Bigucci mergulhará é o melhor antídoto contra a obrigatoriedade de o jornalismo independente relatar os acontecimentos. Custe o que custar. Inclusive ações judiciais descabidas na tentativa de amedrontamento. O velho Gabriel se sentiria ultrajado se um filho seu fugisse à luta digna de enfrentamento.  

Leia mais matérias desta seção: