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  DANIEL LIMA - 16/10/2013

Pela terceira vez seguida – e a quinta ao se contabilizarem duas tentativas de “Entrevista Especial” – o empresário Milton Bigucci fugiu de “Entrevista Indesejada”. Comandante da MBigucci, conglomerado do setor imobiliário que, segundo o Ministério Público, é campeão de irregularidades na Província do Grande ABC, Milton Bigucci detesta contraditórios. Não é novidade a omissão do dirigente que há mais de duas décadas está à frente do inútil Clube dos Construtores e Incorporadores do Grande ABC. Milton Bigucci prefere as sombras dos bastidores. Requisitá-lo a prestar informações por dirigir uma instituição diretamente relacionada à qualidade de vida da sociedade é uma ofensa que, segunda a visão do empresário, deve ser rigorosamente punida na esfera judicial.  Qualquer semelhança com o espirito dos grandes ditadores da história não pode ser considerada exagero. As dimensões e as circunstâncias delimitam os estragos.

 

Não é difícil compreender as razões de Milton Bigucci recusar-se mais uma vez a participar de “Entrevista Indesejada”, como o fez uma vez com “Entrevista Especial”: ele está metido em complicações tanto empresariais quanto institucionais e não suporta o fato deste jornalista considerá-lo tão importante quanto abusivo à comunidade. Fosse presidente da Associação dos Passarinheiros do Grande ABC Milton Bigucci não teria sido jamais procurado por CapitalSocial.  Igualmente seria esquecido caso lançasse a Associação dos Pipoqueiros do Grande ABC.

 

O que Milton Bigucci mais aprecia é utilizar-se da mão de ferro do poderio econômico para tentar constranger este jornalista.  Centralizador compulsivo, não suporta nem a liberdade de expressão e muito menos a liberdade de imprensa. Por isso já foi aos tribunais da região tanto para retirar destas páginas todas as matérias nas quais é protagonista quanto para imputar crimes por infâmia e difamação a este profissional. Perdeu ação civil em São Bernardo e, estranhamente, venceu ação análoga julgada na esfera criminal em Santo André, decisão contra a qual o advogado Alexandre Frias está recorrendo.

 

Domesticar, jamais

 

Milton Bigucci tem a péssima mania de acreditar que vai silenciar ou domesticar CapitalSocial. Está perdendo tempo. A legitimidade da crítica jamais será relegada a qualquer plano por este jornalista. Muito pelo contrário. Quanto mais investir contra este profissional para torná-lo peça decorativa na Imprensa regional, mais vai ser objeto de novas oportunidades para pronunciar-se no espaço adequado, ou seja, nestas páginas. Dar a Milton Bigucci o antídoto da alternativa de transparência, e não o boicote, é o melhor remédio para desmascará-lo. Se ainda é possível dizer que usa máscaras, ante tantas as questões esmiuçadas por CapitalSocial.

 

Não é por outra razão, aliás, que CapitalSocial insiste em ouvi-lo. As quatro tentativas frustradas não significam que a safra de questionamentos está encerrada. Enquanto ocupar a presidência do Clube dos Construtores e Incorporadores do Grande ABC estará suscetível a novas incursões de CapitalSocial. Este veículo de comunicação não abre mão do direito ao contraditório. Por isso insiste em fustigar Milton Bigucci no sentido de que não negligencie oportunidades de se pronunciar no mesmo veículo de comunicação que lhe faz críticas pela incompetência à frente daquela instituição de classe, bem como pelos desvios operacionais no comando da MBigucci que afetam a economia popular, como denunciou o Ministério Público do Consumidor, de São Bernardo. 

 

Hora de mudanças

 

CapitalSocial considera a atuação de Milton Bigucci no Clube dos Construtores e Incorporadores e no conglomerado MBigucci muito aquém da sinalização de transformação social no País, mesmo que a trancos e barrancos, depois das manifestações de junho. A manutenção do empresário naquela entidade na sucessão presidencial prevista para este final de ano seria corrosiva à recuperação do mercado imobiliário como setor importante à introdução de modelagem que favoreça tanto pequenos e médios empreendedores como também a comunidade em forma de reestruturação do conceito de mobilidade urbana.

 

A reorganização do uso e ocupação do solo, farra generalizada na região, como de resto no País, passa necessariamente por uma liderança de peso, séria e inovadora no Clube dos Construtores e Incorporadores do Grande ABC, sobretudo na interlocução com agentes públicos. O maior problema é que Milton Bigucci levou aquela associação a estado de insolvência participativa tão grave que não se encontram interessados à composição de um chapa de oposição.

 

Milton Bigucci e os advogados que constitui para perseguir este jornalista poderiam pelo menos ter a sensatez de, em eventuais novas ações judiciais, juntarem aos processos cópias de todas as frustradas tentativas de entrevistas, indesejadas e especiais. Seria uma forma de salvaguardarem pelo menos uma verdade no relacionamento tumultuoso com este profissional: a verdade de que contou com todas as oportunidades de oferecer respostas que eventualmente pudessem contestar as assertivas, desfazendo-se, portanto, da ideia mal-ajambrada, maliciosa e inconsistente de que CapitalSocial é uma via de mão única. CapitalSocial é uma via de mão única da mídia regional somente nos casos em que o potencial interlocutor acredita que o farol de milha do desdém ou mais precisamente da ausência de respostas é suficiente para impedir a luminosidade em sentido contrário no tráfego de informações.

 

Milton Bigucci é um caso aparentemente incorrigível de autoritarismo que se pretende passar por vítima, quando, de fato, quem paga o pato é o conjunto da sociedade, principalmente nestes tempos de mercado imobiliário disputadíssimo. Tetracampeão em fuga da responsabilidade de informar à sociedade, Milton Bigucci segue uma trilha inexorável de pontear rankings de negatividades. O Ministério Público de São Bernardo que o diga, ao revelar ainda recentemente parte das artimanhas do conglomerado bigucciano no relacionamento com os compradores de imóveis. A organização que preside é campeã de audiência -- nos tribunais.

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