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  DANIEL LIMA - 22/02/2013

O empresário Milton Bigucci, presidente da Associação dos Construtores do Grande ABC, entidade industrializadora de informações incorretas sobre o mercado imobiliário, segue fugindo de entrevistas a esta revista digital. Nada surpreendente. O que ele mais quer mesmo é encontrar guarida na Justiça para impedir que este jornalista mostre a realidade do mercado imobiliário na Província do Grande ABC.

 

Desde sete de janeiro último, quando enviamos nova bateria de perguntas a Milton Bigucci, a resposta tem sido exatamente igual à das três vezes anteriores: um silêncio total. Milton Bigucci se sente incomodado com a linha editorial de CapitalSocial porque adora a unanimidade daqueles que lhes estendem o tapete vermelho da submissão informativa quando anuncia números especulativos sobre a temperatura do mercado imobiliário da região.

 

Milton Bigucci foi solicitado a nova bateria de perguntas em situação diferente das anteriores. Desta vez, CapitalSocial não revelou as indagações aos leitores, optando por mantê-las internamente até a possível interlocução do empresário. Das vezes anteriores, Milton Bigucci foi solicitado em modalidades diferentes. Uma para a sessão “Entrevista Indesejada” e as outras duas de “Entrevista Especial”. Fugiu de todas. Mais que isso: numa peça de defesa cínica que apresentou à Promotoria de Justiça de São Bernardo sobre o caso do leilão fraudulento de área pública municipal, no qual é um dos protagonistas, disse que CapitalSocial pretendia constrangê-lo com as entrevistas, principalmente com “Entrevista Indesejada” e também por definir prazo às respostas.

 

Milton Bigucci é um empresário de sucesso mas não entende nada de jornalismo. Primeiro porque “Entrevista Indesejada” não é coercitiva e jamais o será. É sim e inegavelmente desagradável, daí o próprio batismo editorial com que foi concebida. Segundo, prazo para respostas é rotina jornalística em publicações minimamente organizadas. Assim como o cronograma de obras em construtoras minimamente competentes.

 

E tem mais: esqueceu Milton Bigucci que este jornalista, saído de uma lista de entrevistáveis como ele, ou seja, por decisão do Conselho Editorial desta revista digital, não se negou a responder às perguntas formuladas pelos conselheiros para a seção “Entrevista Indesejada”. Mais ainda: apresentou as respostas antes do prazo sugerido. Tudo o que foi perguntado a este jornalista, sobretudo envolvendo a revista LivreMercado, consta das páginas desta revista digital.

 

Desta vez, em sete de janeiro, foram enviadas apenas oito perguntas de CapitalSocial a Milton Bigucci.

 

Vamos às perguntas

 

A primeira refere-se à possibilidade de ter sido convocado pela Prefeitura de São Bernardo e pelo Ministério Público Estadual sobre o arremate da área pública entre a Avenida Kennedy e a Avenida Senador Vergueiro, da qual saiu vitorioso de forma fraudulenta.

 

A segunda procura informações sobre a possibilidade de estar envolvido com uma empresa criada em Santo André para atuar no entorno de obras públicas.

 

A terceira pergunta não respondida refere-se à transparência pública da lista de filiados da Associação dos Construtores acompanhada de comprovantes bancários. O objetivo é simples: comprovar ou não as denúncias de CapitalSocial sobre a fragilidade daquela instituição, praticamente sem representação classista.

 

A quarta pergunta a Milton Bigucci tem relação com a terceira, já que solicita o valor percentual do repasse de recursos financeiros do Secovi, Sindicato da Habitação de São Paulo, para sustentar a estrutura da Associação dos Construtores. O objetivo também é claro: identificar com clareza a relação de dependência da instituição paulistana.

 

A quinta pergunta dá conta de Milton Bigucci colocar-se à disposição de CapitalSocial para uma “Entrevista Especial".

 

A sexta pergunta procura saber os motivos de Milton Bigucci ter convidado o prefeito Luiz Marinho de São Bernardo e o então prefeito de São Paulo, Gilberto Kassab, para prefaciarem um novo livro que lançou recentemente tendo como mote responsabilidade social.

 

A sétima pergunta versa sobre a coerência da temática daquele livro e a ação prática do empresário e presidente da Associação dos Construtores do Grande ABC.

 

A oitava pergunta perscruta a possibilidade de disponibilizar detalhadamente todas as pesquisas sobre o mercado imobiliário na região, anunciadas regularmente pela Associação que preside. “O senhor submeteria essas pesquisas a especialistas sugeridos por CapitalSocial?”.  

 

Milton Bigucci se sente perseguido por esta revista digital. Nada que não corra em direção à lógica particular dele, acostumado a lantejoulas da mídia. Mas para não dizer que não se lhe oferece a oportunidade de falar do que entende – do mercado imobiliário como empresário, não como presidente da Associação dos Construtores – CapitalSocial lhe faz uma sugestão pública: que abra a janela para uma entrevista sobre o lançamento do empreendimento Marco Zero. Prometemos que falaremos apenas sobre o projeto, porque é sempre interessante ouvir um empresário vencedor numa região em que os micos imobiliários espalham-se por todos os cantos sob o silêncio da Associação dos Construtores, a quem competiria atuar com responsabilidade informativa, não como amadorístico ferramental especulativo. 

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