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Entrevista Indesejada
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  DANIEL LIMA - 13/09/2010

CapitalSocial – Quais são as razões que justificariam o fato de o senhor comandar a Acigabc há duas décadas? Falta representatividade no setor que favoreça a rotatividade diretiva? O senhor se sente confortável em manifestar-se sobre a longevidade do regime militar? O senhor tem algum pacto com o presidente da Associação Comercial e Industrial de São Bernardo, Valter Moura, também há duas décadas à frente daquela entidade?
Milton Bigucci —

CapitalSocial – Os indicadores anunciados sempre com muito entusiasmo pela sua entidade são comprovadamente falhos, imprecisos, inconsistentes, entre outros motivos porque não reúnem gama razoavelmente respeitável de dados. Sem contar que abrangem apenas três dos sete municípios do Grande ABC e não captam, portanto, a realidade das empresas do setor. O senhor não se sente constrangido quando anuncia à imprensa supostos dados estatísticos do Grande ABC, sabendo-se como se sabe que nem a entidade-matriz do setor imobiliário, na Capital, conta com informações seguras para quem deseja tomar conhecimento e decisões?
Milton Bigucci —

CapitalSocial – O senhor é acusado por ex-integrantes da entidade de não atuar democraticamente. Daí a explicação para o quadro de associados restringir-se a alguns amigos pessoais do senhor e, mais que isso, as reuniões da classe não passarem de encontros informais.
Milton Bigucci –

CapitalSocial – O senhor resolveu nos últimos meses dirigir com um pouco de transparência a entidade, ao incluir no site a lista de associados. Algo que, coincidentemente, consta da Entrevista Indesejada que enviamos anteriormente a Valter Moura, presidente da Associação Comercial e Industrial de São Bernardo, e que não foi respondida. Não seria esse um bom começo para ampliar essa visibilidade?
Milton Bigucci —

CapitalSocial – Que tal o senhor colocar no site da entidade que dirige tanto essas perguntas quanto as respostas que daria para esses questionamentos, inclusive com eventuais adendos desta revista eletrônica?

CapitalSocial – Entre as várias questões que empreendedores de pequeno e médio porte colocam em forma de crítica à atuação do senhor à frente da Acigabc constam privilégios nos escaninhos públicos, atuando em favor de sua empresa. Há exagero nessa avaliação?
Milton Bigucci –

CapitalSocial – Por que a entidade que dirige há tanto tempo não faz qualquer ação institucional de responsabilidade empresarial ligada às áreas ambientalmente contaminadas? A Acigabc jamais se manifestou criticamente sobre irregularidades apontadas no Residencial Barão de Mauá e, igualmente, jamais fez qualquer movimento no sentido de contribuir na apuração das denúncias de anormalidades de lançamento, venda e ocupação do Residencial Ventura, em Santo André? O corporativismo da entidade fala mais alto que a responsabilidade social?
Milton Bigucci —

CapitalSocial – Não seria uma boa ideia, inserida no padrão de responsabilidade ambiental que a Acigabc poderia assumir, colocar no site da entidade todos os endereços dos terrenos contaminados que constam do banco de dados da Cetesb? Mais que isso: por que a entidade que dirige não dá o devido destaque a cuidados que os interessados em adquirir imóveis deveriam proceder para não serem novas vítimas de empreendedores inescrupulosos?
Milton Bigucci —

CapitalSocial – Em alguma oportunidade ao longo da presidência algum representante da Cetesb foi convidado a fazer palestra sobre questões ambientais?
Milton Bigucci —

CapitalSocial – Quais são as relações do senhor com o empresário Sérgio De Nadai, um dos responsáveis pela construção irregular do Residencial Ventura?
Milton Bigucci —

CapitalSocial – O senhor acredita que a entidade que dirige vai ficar na história do Grande ABC como organismo vivo a ser respeitado pelas futuras gerações quando se promoverem algo como uma arqueologia institucional para aferir o quanto se preocupou de fato com o futuro da sociedade?
Milton Bigucci —

CapitalSocial — O senhor aceitaria um convite de estudantes para discorrer sobre ética no mercado imobiliário do Grande ABC ou se limitaria a falar de sua empresa que, conforme anúncios publicitários, se preocuparia com o meio ambiente?
Milton Bigucci –

CapitalSocial – Por que a entidade que o senhor dirige não apresenta trabalhos técnicos que eventualmente tenha feito para destrinchar o genoma do mercado imobiliário do Grande ABC em várias vertentes, entre as quais a realidade do setor industrial, que sofreu sérias transformações ao longo das duas últimas décadas? A Acigabc sabe quanto de estoque de terra para ocupação industrial existe no Grande ABC? Qual é o preço médio? Que ações de marketing poderiam ser realizadas em função disso para atrair investimentos à região?
Milton Bigucci –

CapitalSocial – Por que a Acigabc se distanciou tanto dos debates e, principalmente, de posicionamentos sobre o trecho sul do Rodoanel? Por que, ao contrário desta revista eletrônica, a Acigabc jamais estudou os impactos do trecho oeste no Rodoanel no universo do Grande ABC? Enfim, por que a Acigabc é tão ausente em questões que dizem respeito não só a seus parcos associados, mas, principalmente, à comunidade econômica e social do Grande ABC?
Milton Bigucci –

CapitalSocial – O site da Acigabc apresenta pobreza franciscana de conteúdo, próprio da baixa produtividade da entidade. Basta acessar o endereço eletrônico da entidade para constatar essa realidade. Até mesmo os chamados “editoriais” seguem o ritmo de outras entidades igualmente pouco efetivas, com pronunciamentos esparsos. O senhor acredita que é esse modelo de interatividade com o quadro associativo que deveria servir de exemplo como ação institucional?
Milton Bigucci –

CapitalSocial – Há informações seguras de que o senhor não reside mais no Grande ABC. Se essa informação é realidade, a pergunta que segue é a seguinte: se residindo na região o senhor encontrou muitas dificuldades para agregar valor à entidade, e, mais que isso, provocou deserções irreversíveis, o que esperar de quem não vive mais na região?
Milton Bigucci –

CapitalSocial – O senhor não acha que presta desserviço ao Grande ABC e, principalmente, pode provocar grandes perdas aos cidadãos que investem no mercado imobiliário, quando, em entrevistas, vem a público com informações incorretas sobre a realidade econômica regional? Persistentemente o senhor desfila números incompatíveis com a realidade histórica. Chegou a afirmar que o PIB do Grande ABC cresceu 40% em três anos. Isso tudo não significa espécie de brincadeira com algo tão sério, como é o caso de investimentos imobiliários?
Milton Bigucci —

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